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Planejamentos

Planejamento da colheita

Somente um planejamento detalhado e bem embasado tecnicamente, pode fornecer à unidade sucroalcooleira um cronograma confiável das atividades de colheita ao longo da safra.

O objetivo da adoção da prática mencionada é a maximização da margem de contribuição ao lucro da agroindústria, levando-se em conta as características agrotecnológicas e geográficas de seus canaviais, bem como as restrições técnico-administrativas da empresa.

O sistema “Planejamento da Colheita” da GAtec utiliza o método de programação linear, que é o mais eficaz na definição do cronograma de colheita das variedades, garantindo o aproveitamento máximo do plantel varietal cultivado.

Para o funcionamento desse sistema deve-se primeiramente usar uma base de dados confiável, curvas de maturação que reflitam o ambiente da usina (Figura 1) e fornecer ao software informações a respeito das restrições operacionais, agronômicas e industriais da empresa, tais como:

  • Capacidade mínima e máxima de moagem e processamento de caldo da indústria;
  • Restrições relativas ao balanço energético da indústria (% de fibra mínima durante a safra);
  • Características das variedades disponíveis para a colheita (precocidade, fitossanidade, morfologia...);
  • Disponibilidade de frentes de corte, carregamento e transporte da cana;
  • Áreas com maturador, vinhaça, reforma... e capacidade mensal de colheita dos talhões com estas características;
  • Distâncias máximas por mês e frente de corte;
  • Idades mínimas e máximas por variedades e/ou unidade de planejamento...

Uma vez inseridas estas informações, o sistema as processa com grande velocidade, avaliando TODAS as alternativas de colheita de cada um dos talhões, fornecendo, conseqüentemente, a MELHOR solução técnico-econômica.

Principais Benefícios:

  • Proporciona acréscimos da ordem de até 4% a 6% na pol%cana nas usinas usuárias;
  • Analisa todas as alternativas possíveis de colheita dos talhões e apresenta a melhor solução tecno-econômica ao usuário;
  • Possibilita diversas análises, tais como a viabilidade econômica da aplicação de maturadores químicos, definição do melhor período de início e final da safra, entre outras;
  • Possibilita a análise e comparação entre simulações e entre os resultados planejados e os dados reais da safra (aderência);

Principais Funcionalidades:

  • Total integração com qualquer base de dados existente na empresa;
  • Sistema altamente amigável e de rápida assimilação pelo usuário;
  • Visualização, acompanhamento e comparação dos resultados através de gráficos e relatórios gerenciais;
  • Total visualização, alteração e acompanhamento dos resultados via mapas temáticos;
  • Geração de relatórios para sequenciamento das futuras pré-análises e relatórios para visualização da evolução das pré-análises existentes;
  • Possibilidade de isolamento de restrições no momento da execução do “solver” (interessante para identificação de quais restrições mais afetam a margem de contribuição);
  • Função Auto-Diagnóstico: identifica e altera, se permitido pelo usuário, as restrições que impossibilitam a execução do planejamento;
  • Visualização e alteração da simulação pelo gráfico de Gantt;
  • Sistema totalmente preparado para o envio de informações (via txt) para a Secretaria do Meio Ambiente para a questão do PEQ;
  • Pesquisa em Cubo (BI) das informações, o que minimiza a necessidade de customizações para relatórios.

Estudos realizados indicam que as usinas usuárias do sistema conseguiram, através da utilização deste plano de colheita otimizado, um acréscimo de 4 a 6% na pol%cana média de safra, o que se reflete diretamente na maximização da margem de contribuição ao lucro do complexo agroindustrial e no aumento da rentabilidade da empresa.

Além do benefício direto do plano otimizado de colheita, o Sistema “Planejamento da Colheita” proporciona várias outras análises, tais como a verificação da viabilidade da aplicação de maturadores em determinados talhões, a definição do momento ideal para o início e final da safra, a quantificação ideal de aplicação de vinhaça mês a mês, entre outras.

A Figura 1 apresenta uma das telas do Sistema “Planejamento da Colheita” da GAtec, com dados da curva de maturação de uma das variedades de cana cultivada pela usina

Figura 1 – Tela de variedade do Planejamento da Colheita.

A Figura 2 apresenta uma pesquisa do resultado do Planejamento da Colheita visualizada por mapa temático – no exemplo vemos a pesquisa por mês de corte planejado.

Figura 2 – Pesquisa do Planejamento da Colheita via mapas temáticos.

Em resumo, vivemos uma época em que a competitividade dos mercados, tanto internos quanto externos, nos conduz à busca constante de aprimoramento de nossos processos, visando a diminuição dos custos e aumento da receita, resultando no incremento dos lucros obtidos.

É importante que sejam feitos investimentos em métodos de planejamentos, os quais sempre serão compensados com a melhoria dos resultados, sejam a curto, médio ou longo prazo. A adoção do Sistema “Planejamento da Colheita” , com certeza trará resultados compensatórios para a empresa, que possuirá uma poderosa ferramenta de planejamento a seu favor.

Segue uma relação de algumas usinas que possuem o “Planejamento da Colheita GAtec” : São José da Estiva, Mendonça, Centrálcool, Alvorada, Andrade, São José, Cresciumal, Ipiranga e Santo Alexandre, Itaiquara e Itaiquara-Passos, Jalles Machado, São Luiz S/A, Monte Alegre, Usaciga, V. Alegre, Goiasa, Agrest, Alcídia, Grupo Alto Alegre, Bom Retiro, Catanduva e N. Sra, Aparecida VO, Central Paulista, Ferrari, Grupo Naoum, Pagrisa, Santa Adélia, Santa Cândida, São João Araras, São Luiz S/A, São Manoel, Zanin.

Planejamento da Colheita

Planejamento de Reforma

Erros na programação anual de renovação (reforma) dos canaviais podem ter conseqüências desastrosas na produção da cana-de-açúcar. Este problema se intensifica levando-se em consideração que estes erros somente serão identificados após algumas safras, o que pode comprometer uma grande parcela do orçamento de médio prazo da empresa.

Além do fator financeiro, alguns outros problemas também podem ser ocasionados por uma não adequada condução da renovação dos canaviais, tais como o “envelhecimento” dos canaviais, o desequilíbrio no porcentual de áreas a serem reformadas ano a ano, a alta participação de determinadas variedades no plantel varietal na usina, dentre outros.

Estes problemas ocasionam severas perdas de produção e/ou produtividade no setor agrícola, baixa produção em toneladas/hora no setor industrial e, no curto prazo, necessidade em buscar, através de arrendamento e/ou fornecedores, a diferença da produção de cana para suprir a produção de álcool, açúcar e derivados comprometida.

Utilizando-se de técnicas de programação linear, que maximizam a rentabilidade da empresa, o “Planejamento da Reforma” da GAtec permite que a usina simule seu perfil varietal ideal para um horizonte de 5 a 10 anos, fornecendo uma projeção de reforma de todos os talhões dentro deste período.

Para tanto, o sistema necessita de uma base de dados confiável, curvas de dados tecnológicos e de produtividade que reflitam as condições da agroindústria e analisa uma série de restrições operacionais, tais como:

  • Curvas médias de pol%cana por variedade por ambiente de produção;
  • Estimativas de produtividade por variedade por estágio de corte por ambiente de produção;
  • Capital disponível e/ou necessidade de área (mínimo/máximo) para reforma por ano analisado;
  • Custos e perdas agrícolas e industriais;
  • Percentual máximo de participação de variedades no plantel varietal por safra...

Com os dados básicos e as restrições acima listadas, o sistema gera TODAS as possíveis políticas de reforma por talhão, resultando, ao tomador de decisão, a melhor política técnico-econômica para a empresa.

A Figura 1 apresenta uma das telas do Sistema de “Planejamento da Reforma” . Nela estão apresentadas diversas políticas de reforma geradas pelo sistema para um único bloco de talhões (localizados na parte inferior da tela). Cada uma das políticas apresenta um valor de retorno do investimento, localizado na coluna FO (Função Objetivo).

Dentre estas políticas possíveis, o sistema de “Planejamento da Reforma” escolhe a de maior retorno econômico para a unidade produtora.


Figura 1 – Tela de Políticas Possíveis do Planejamento da Reforma.

Principais Benefícios:

  • Proporciona acréscimos da ordem de 2% a 4% na pol%cana e de 5% a 7% na produção (tch) nas usinas usuárias;
  • Analisa todas as alternativas possíveis de reforma dos talhões e apresenta a melhor solução tecno-econômica ao usuário;
  • Disponibiliza três respostas fundamentais no processo de reforma dos talhões da usina: qual o melhor ano de reforma dos talhões, qual a melhor forma de plantio (cana de ano ou cana de ano e meio) e qual a melhor variedade a ser plantada;
  • Possibilita a análise e comparação entre simulações e entre os resultados planejados e os dados reais da safra;

Principais Funcionalidades:

  • Total integração com qualquer base de dados existente na empresa;
  • Sistema altamente amigável e de rápida assimilação pelo usuário;
  • Visualização, acompanhamento e comparação dos resultados através de gráficos e relatórios gerenciais;
  • Total visualização, alteração e acompanhamento dos resultados via mapas temáticos;

O sistema permite a configuração de praticamente todas as restrições de reforma observadas no dia-a-dia da usina, todas elas para os cinco ou dez anos de planejamento que o sistema considera, tais como a capacidade de moagem e processamento industrial, % máximo de área por variedade no plantel cultivado, capacidades máximas e mínimas de reforma por ano e por esquema de plantio, disponibilidade de muda das variedades desafiantes,datas de encerramento de contratos, dentre outras restrições fundamentais para um plano de reforma aderente.

A adoção do Sistema “Planejamento da Reforma” , com certeza trará resultados compensatórios para a empresa, que possuirá uma poderosa ferramenta de planejamento a seu favor.

Segue uma relação com algumas usinas usuárias do “Planejamento da Reforma”: São José da Estiva, Mendonça, Centrálcool, Alvorada, Andrade, São José, Cresciumal, Ipiranga e Santo Alexandre, Itaiquara e Itaiquara-Passos, Jalles Machado, São Luiz S/A, Monte Alegre, Usaciga, Zanin, Vista Alegre e Goiasa (em implantação).

Planejamento da Reforma